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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Procura-se dublê para a Estopinha!

Por Alexandre Rossi

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Muita gente comenta comigo que tem um cãozinho muito parecido com a Estopinha. Se esse é o seu caso, Estopinha e eu precisamos da ajuda de vocês!

A Estopinha está para fazer um trabalho superimportante e precisará de dublê! Se o seu cãozinho se parece com ela e vocês querem participar deste novo projeto, entrem em contato com a gente. Mande um e-mail para blogdaestopinha@caocidadao.com.br com uma foto recente do seu cão e os seguintes dados:

Informações sobre o proprietário
Nome completo:
Telefone para contato:
Cidade | Estado:

Informações sobre o cão

Nome:
Idade:
Peso:
Tamanho aproximado:

Estopinha e eu contamos com a ajuda de vocês! =)


Fonte Bllog Do Dr Pet

Niver Amanha , Mais Festa Foi hoje!!!!!!!!!!!!!!!!


Meu Niver E Amanha Pessoal Mais A Festa Foi Hoje E Foi Boa , Bolo Guarana , Só Agente Daqui Mesmo , Mais Chamei William E Clarinha , Foi Muito Massa Quando Vi Todo Mundo Comendo Também Quis Comer .rsrsrs , Mais Não Posso Pois O Bolo Era De Glaçe.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Cachorro "adota" gari que teve casa queimada


Enquanto varre as ruas do Bairro Azenha, o gari José é observado de perto por um amigo que, desde o início do mês, não desgruda dele. E durante a caminhada, Alemão, como é chamado o cachorro de raça indefinida, escolta o carrinho laranja.

- Ele chegou com sede. Dei água e ele não largou mais de mim - conta José.

Manso e brincalhão, Alemão parece gostar dos passeios. Quem sabe um dia o gari, que teve queimada sua "casa" - um carrinho de madeira - consiga um teto para dividir com o novo amigo.

Leia a história completa no Diário Gaúcho desta terça-feira.

Chegada do fim do ano aumenta a procura por hotéis caninos em SP


Com a proximidade das festas de fim de ano e as viagens programadas, surge uma preocupação para quem tem cachorro em casa: onde deixar o cãozinho durante esse período? Alguns pedem ajuda para parentes e vizinhos, já outros optam por investir em hotéis caninos especializados nesse segmento, o de entreter o cachorro enquanto o dono está fora.

E não é só o dono que se diverte e descansa durante a viagem. Mais do que uma simples hospedagem, os estabelecimentos oferecem carinho e atenção especial aos cachorros. Cada animal recebe uma programação personalizada, de acordo com seu porte, disposição e idade. Eles têm horários para brincar, comer, descansar e até recebem noções básicas de adestramento.

Dezembro nem começou e o Cãopestre, hotel localizado em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, está com 90% da capacidade reservada. Algumas reservas foram feitas há um ano. “Tem cliente que não quer perder a vaga e agenda com um ano de antecedência. Mas a demanda maior começou mesmo em junho deste ano”, afirma o proprietário e veterinário José Luiz Crespo, de 52 anos. A procura pelo serviço chega a dobrar com a chegada do Natal e do Ano Novo.

dogsolutionCachorros aprendem noções básicas de
adestramento nos hotéis (Foto: Laurye Borim/G1)

Em alguns hotéis o cachorro e o dono podem passar por um período de adaptação, antes de o cão ficar direto no local. Essa etapa é importante para que o cachorro conheça os outros animais e também para que ele sinta confiança que o dono vai retonar após a viagem. Nesse período, o dono acompanha o cãozinho enquanto ele passa algumas horas no hotel. O cachorro pode interagir com os colegas, tudo sendo “vigiado” pelo dono. No fim do dia, ele volta para casa.

Quem oferece esse serviço aos clientes é o Renato Zanetti, proprietário da Dog Solution, na Zona Sul de São Paulo. “Essa etapa de adaptação é muito importante porque o cachorro conhece o ambiente antes de ser deixado aqui por um longo período. Muitas vezes a pessoa chega ao hotel e quer deixar seu cachorro no mesmo dia. O que acontece é que algumas vezes ele tem dificuldade para se adaptar ao local e acaba sofrendo muito”, afirma.

ana saddiAna Saddi vai deixar o casal de lhasa apso
por cerca de 20 dias em um hotel no fim do ano
(Foto: Laurye Borim/G1)

Ana Cristina Saddi, de 37 anos, optou por esse serviço. Ela acompanha o casal da raça lhasa apso há mais de um mês em passeios semanais pelo espaço do hotel. “Os dois foram criados em apartamento e não se socializam fácil. Vou viajar por cerca de 20 dias no fim do ano e não teria coragem de deixá-los aqui sem antes fazer essa ambientação com os demais cachorros. Além disso, o temperamento deles melhorou muito. Antes, eles não saíam de perto de mim e agora estão mais soltos”, afirma.

Os cachorros podem ficar soltos em um espaço do hotel ou podem ser divididos de acordo com o porte. Tudo depende do tipo de serviço contratado e de cada estabelecimento. No Dog Solution, os cachorros ficam soltos em uma área com gramado e as atividades físicas são feitas de acordo com o porte e a disposição de cada um.

Em geral, cachorros de comportamento agressivo não são aceitos nesses estabelecimentos. Os da raça pit bull, por exemplo não entram no Cãopestre, localizado em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. “Já tivemos problemas com essa raça por causa de brigas entre os cachorros. No entanto, os da raça rottweiler, que também é considerada agressiva, nós aceitamos porque nunca tivemos problemas”, diz o proprietário e veterinário José Luiz Crespo, de 52 anos.

O valor das diárias nos hotéis pode chegar a R$ 100. No entanto, em geral se paga cerca de R$ 70 a diária nos hotéis de São Paulo. Esse valor pode diminuir de acordo com o pacote escolhido: quanto maior o número de diárias, maior o desconto.

vovo queridaDiárias nos hotéis pode chegar a R$ 100
(Foto: Fernanda Rodrigues/Vovó Querida)

Cachorros que sofrem com os fogos de artifício que são lançados nas festas de fim de ano têm lugar especial no hotel Vovó Querida, que tem uma unidade em Embu das Artes e outra em Cotia, ambas na Grande São Paulo. Lá, existem boxes especiais para diminuir o som causado pelos fogos. ”Um serviço diferenciado faz toda a diferença para nós e para os cachorros. Cuidamos especialmente de cada um para que aqui ele se sinta bem de verdade”, diz o proprietário do hotel, Marco Antônio Ruivo, de 38 anos.

“Nossa intenção é que o cachorro tenha contato com lama, grama, que ele faça bagunça e se divirta muito. Não queremos mimá-los. Queremos que eles se sintam cachorros de verdade”, afirma Ruivo.

Onde encontrar o serviço:

Dog Solution – Brooklin
Rua Guararapes, 850
(11) 2384-7551

Cãopestre – Itapecerica da Serra
Estrada Velha da Ressaca, 110
(11) 4667-4445 / 4667-8128

Vovó Querida
Unidades em Embu das Artes e na Granja Viana
(11) 4704-4380 / 4612-9717

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Como evitar brigas entre cães?

Por Equipe Cão Cidadão

Saber evitar brigas entre cães é uma habilidade que todos os proprietários deveriam adquirir. Independentemente da raça que você possui, é bom lembrar que sabendo lidar melhor com seu cachorro você pode evitar que outros cães ataquem o seu. Na maioria das vezes, a prevenção é o melhor remédio. Sendo assim, estas dicas valem tanto para quem possui um cão que é agressivo e precisa saber como evitar possíveis lutas, como para quem adquiriu um filhote agora.

E é justamente enquanto filhote que começa a primeira etapa para evitar uma futura agressividade: a socialização. Este período tem início aos 50 dias de idade e se estende apenas até o 85º dia. Nesse momento o cérebro do filhote já está devidamente desenvolvido para aprendizados e é muito importante que apresentemos diversos estímulos diferentes ao cãozinho, como sons, cheiros, outros animais e humanos, crianças, pessoas diefrentes, etc. São inúmeros fatores e situações que se deixarmos para apresentar mais tarde, é possível que o cão não reaja da mesma maneira e acabe por sentir medo ou desconfiança. Alguns especialistas chamam esse período de uma “janela” de aprendizado, pois dura apenas 1 mês e depois se fecha, impedindo que o cão experimente as situações da mesma maneira. Depois dessa fase o cérebro se modifica e prepara o animal para reagir a situações com as quais não se familiarizou como uma forma de perigo, logo este cão pode reagir com agressividade quando se confronta com um outro cão a sua frente.

Não podemos deixar de levar em conta o período de vacinas no qual o animal se encontra. Logo temos que colocar na “balança” o quanto é adequado expor o filhote sem colocá-lo em risco. Por exemplo, podemos levar o cão para dar uma volta de carro, o que já o apresentará a sons de motos, caminhões e cheiros diversos sem que o coloquemos em risco. Quanto a outros animais, só se estiverem vacinados e com saúde. É muito importante que durante a socialização os estímulos não causem sensações desagradáveis ao animal. Por exemplo, se vamos apresentar outro cão ao filhote, é necessário que este cachorro também já tenha sido socializado e que não assuste o filhote. Se ocorrer uma experiência assustadora, ele pode acabar se traumatizando, o que é o oposto do que queremos.

Mas se você já possui um cão que briga, ou tem em casa um grupo que não se entende, confira estas dicas abaixo:

• Primeiramente zele pela segurança em todas as situações, portanto nada de tentar colocar os animais juntos ou soltar o cão no parque para tentar lidar com a situação depois que a briga já ocorreu;
• Contrate um profissional que saiba lidar com este problema, para ensiná-lo e controlar o cão nos momentos de tensão, e modificar o comportamento do animal de forma positiva;
• Um aprendizado básico de linguagem canina pode ajudar muito. Primeiramente, como já foi dito, não solte seu cão e sempre aja com segurança. Uma focinheira em determinadas situações pode evitar acidentes;
• Não deixe que os cães ficarem se encarando: na linguagem canina, isso pode significar confronto e pode servir de estopim para uma briga;
• Treinos de obediência são fundamentais para ter o controle do cão. Deixá-los frente a frente, se provocando, é uma péssima idéia, mesmo que exista uma cerca que os separe. Não devemos deixar que um foque no outro e sim em nós mesmos, por meio de ferramentas como coleira ou Gentle Leader (coleira que parece um cabresto) e uso de recompensas para atitudes certas.

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Texto: Daniel Svevo (Consultor de Comportamento da Equipe Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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