segunda-feira, 28 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
DENGUE: O PROBLEMA É DE TODOS, A SOLUÇÃO TAMBÉM.
BALDES E VASOS DE PLANTAS VAZIOS
Guarde-os de boca para baixo.
· BANDEJA EXTERNA DE GELADEIRAS
Retire sempre a água. Lave a bandeja com água e sabão.
· CACOS DE VIDRO NOS MUROS
Coloque areia em todos aqueles que possam acumular água.
· CAIXAS D'ÁGUA, CISTERNAS E POÇOS
Mantenha-os bem fechados. Tampe com telas aqueles que não tenham tampa própria.
· CALHAS DE ÁGUA DA CHUVA
Verifique se elas não estão entupidas. Remova folhas ou outros materiais que possam impedir o escoamento da água.
· ENTULHOS E LIXO Não acumule. Mantenha o quintal sempre limpo.
· GARRAFAS PET E DE VIDRO
Jogue fora todas as que não for usar.
· LAGOS, CASCATAS, ESPELHOS D’ÁGUA DECORATIVOS
Mantenha-os sempre limpos. Crie peixes, pois eles se alimentam de larvas. Se não quiser criar peixes, mantenha a água tratada com cloro ou encha-os com areia.
· LAJES
Retire a água acumulada.
· LIXEIRAS DENTRO E FORA DE CASA
Feche bem o saco plástico e mantenha a lixeira tampada.
· PISCINAS
Trate a água com cloro. Limpe uma vez por semana. Se não for usá-la, cubra bem. Se estiver vazia, coloque 1 kg de sal no ponto mais raso.
· PLANTAS QUE POSSAM ACUMULAR ÁGUA (BROMÉLIAS OU OUTRAS)
Evite ter bromélias em casa. Substitua-as por outras plantas que não cumulam água. Se preferir mantê-las, é indispensável tratá-las com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para 1 litro de água, regando, no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas.
· PNEUS VELHOS
Entregue aos serviços de limpeza urbana. Caso realmente precise mantê-los, guarde-os em local coberto.
· RALOS DE COZINHA, DE BANHEIRO, DE SAUNA E DE DUCHA
Verifique se há entupimento. Se houver, providencie o imediato desentupimento. Se não tiver utilizando-os, mantenha-os fechados.
· SUPORTE DE GARRAFÕES DE ÁGUA MINERAL
Lave-os bem sempre que for trocar os garrafões.
· TONÉIS E DEPÓSITOS DE ÁGUA
Lave com bucha e sabão as paredes internas. Tampe com telas aqueles que não tenham própria.
· PRATINHOS DE VASOS DE PLANTA OU DE XAXINS, DENTRO E FORA DE CASA
Escorra a água. Coloque areia até a borda do pratinho.
· VASILHAME PARA ÁGUA DE ANIMAIS DOMÉSTICOS
Lave com bucha e sabão em água corrente, pelo menos uma vez por semana.
Você pode imprimir a cartilha e os cartazes abaixo e divulgar em sua região.
Como acostumar o cão a andar de carro?
Por Equipe Cão Cidadão
Praticamente todos que vivem na companhia de cães se deparam com a situação de, em algum momento, levá-los para andar de carro. Isto é necessário para idas a parques, casas de outras pessoas, além de consultas ao veterinário e banhos no pet shop.
A maioria dos cães costuma adorar passeios de carro, já que a experiência, do ponto de vista deles, assemelha-se a ter a sua “toca” andando por locais onde há uma infinidade de cheiros, barulhos e situações novas e excitantes! Sim, para os cachorros, o automóvel acaba se tornando um local seguro, fechado e agradável!
Mas alguns peludos, por outro lado, acham a experiência desagradável, especialmente os mais medrosos e inseguros. Também há aqueles que costumam enjoar com o movimento e acabam associando estar dentro do carro com aquela sensação ruim, o que torna este momento um verdadeiro tormento!
Sendo assim, vamos ver agora algumas dicas para que o cachorro se acostume com passeios e viagens de carro, e associe este momento a algo prazeroso.
Reforço positivo, sempe!
Os conceitos do reforço positivo (associar situações/comportamentos a consequências prazerosas) valem também para acostumar o cão a gostar de andar de carro.
Assim, para familiarizar um peludo que não goste da “brincadeira”, o ideal é fazê-lo acostumar-se aos poucos com o ambiente dentro do automóvel. Para tanto, vale fazer alguns treinos levando-o ao carro, brincando com ele lá dentro, dando-lhe petiscos gostosos, mas ainda sem ligar o carro, dentro da garagem mesmo.
Depois de verificar que o animal está confortável nesta situação, já é possível ligar o motor, mas sem sair do lugar. Fazer, novamente, alguns treinos dentro do carro, com o motor ligado, até que o cão se sinta confortável e não apresente sinais de medo ou insegurança ao ouvir o barulho.
Passada esta fase, novos sons podem ser introduzidos, como a buzina e mover o carro para frente e para trás, sempre estimulando e encorajando o mascote com brincadeiras, elogios, carinhos e petiscos.
O próximo passo é sair com o cão de carro. De início, os passeios devem ser curtos, uma volta no quarteirão, por exemplo, e por ruas sem muitos barulhos. Se possível, o ideal é levar junto uma pessoa de quem o cão goste bastante, para que ele possa ser estimulado e recompensado, sem distrações do motorista.
Depois disso, os passeios podem passar a ser mais longos e por locais mais barulhentos e movimentados, até que se chegue a uma via movimentada sem que o cão se assuste.
É importante lembrar, também, que os passeios devem ter uma consequência agradável para o cão. Levá-lo a parques, praia, praças e casas de pessoas conhecidas mostra ao pequeno que andar de carro gera uma vivência muito legal! Isto não acontece com cães que somente saem de carro para ir ao veterinário tomar uma injeção, ou quando estão doentes...
Algumas dicas de segurança
Agora que o cão está acostumado com a “toca que anda” e passou a gostar dela, é importante tomar alguns cuidados com a segurança:
• manter o cãozinho seguro por um cinto de segurança próprio para cães, ou confortavelmente instalado na caixa de transporte (ele já deve estar bem familiarizado e confortável neste acessório). Importante: o Código de Trânsito considera infração levar qualquer animal solto dentro do carro, especialmente junto ao motorista;
• se o cachorro enjoa dentro de automóveis em movimento, vale uma conversa com o veterinário para indicação de medicamentos que evitem este desconforto;
• cães não devem ser deixados em carros fechados quando está muito quente (nem mesmo com a janela parcialmente aberta): a hipertermia ocorre rapidamente e pode levar a morte;
• em caso de viagens muito longas, procure fazer paradas a cada duas horas para que o animal possa fazer xixi e esticar um pouco as patas.
Acostumar o cão a gostar do carro certamente proporcionará momentos agradáveis entre o bicho e o dono, pois poderão ir juntos a lugares bem divertidos!
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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Ferret: conheça mais sobre este pet
Por Equipe Cão Cidadão
Apesar de não ser tão conhecido no Brasil, os ferrets são bastante populares em muitos países - nos EUA é o terceiro animal de estimação mais presente nos lares.
Mas quem são eles?
Os ferrets (Mustela putorius furo) – conhecidos por aqui como "furões" – não são roedores, como muitos acreditam. Estes bichinhos são pequenos mamíferos carnívoros, primos das doninhas, gambás e lontras.
Apesar de muitos acharem que se trata de um animal silvestre, são, na verdade, animais domésticos, assim, como os cães e os gatos. Segundo estudos, a domesticação deste simpático animalzinho ocorreu há cerca de 2.500 anos, conforme análises no DNA mitocondrial. Na antiguidade eles já foram utilizados para auxiliar o ser humano na caça de pequenos animais.
Comportamento
Os ferrets são animais de hábitos noturnos, ou seja, após o entardecer começa o período do dia em que estão naturalmente mais ativos. Costumam dormir bastante, de 14 a 18 horas por dia, mas, durante as horas em que estão acordados, gostam muito de brincar, correr e gastar energia. Nestes momentos, costumam ser bastante divertidos, pois gostam de dar saltos e cambalhotas no ar em coreografias muito engraçadas!
São animais bastante curiosos, que gostam de roubar pequenos objetos, que acabam escondendo em algum local da casa. Também gostam de procurar lugares que se assemelhem a tocas para se abrigar e, por este motivo, não é difícil mantê-los em gaiolas, desde que sejam soltos por algumas horas durante o dia.
Ferrets podem aprender a fazer as necessidades em caixas de areia, assim como os gatos, mas é necessários treiná-los para isso. Além disso, podem aprender alguns truques após serem adestrados, o que certamente trará uma carga extra de diversão na relação com o dono!
Costumam ter boa convivência com crianças e outros animais, mas é preciso tomar cuidado, pois são pequenos e frágeis, e brincadeiras bruscas podem machucá-los.
Cuidados e regulamentação
Os ferrets precisam ser vacinados (Atenção: não se trata da mesma vacina utilizada em cães e gatos; há uma vacina específica para eles!). Sua alimentação deve ser rica em proteínas. Existem no mercado rações específicas para ferrets, sendo as importadas as de melhor qualidade. Antes de optar por ter um ferret, é importante ter consciência de que sua manutenção do animal é cara e que não há muitos veterinários especializados na saúde deste companheiro de estimação.
Vivem de 6 a 10 anos, ou seja, qualquer pessoa que se disponha a ter um ferret deve ter em mente que será responsável pelo bichinho durante vários anos.
No Brasil, o IBAMA exige que o ferret seja castrado, tenha as glândulas anais removidas e seja microchipado. A criação é proibida no país, razão pela qual todos os ferrets são importados.
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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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