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quarta-feira, 2 de março de 2011

Com 63 kg e 57 kg, o casal Ian e Shiraz foi reprovado pelo peso. Eles são dois são-bernardos bobões, mansos por natureza e não latem. Ainda assim, a vizinhança não quer negócio com eles.


Prédios de SP limitam peso para cachorros e irritam donos.jpg
Celso Barbosa é dono de dois são-bernardos e dois yorkshire e ja tiveram problemas com o novo condomínio


Pelo regulamento interno do prédio onde moram, na Barra Funda (zona oeste de São Paulo), entregue em junho passado, só os cachorros de pequeno porte são aceitos.


A situação desse condomínio se repete em outros bairros: prédios novos têm imposto limite de peso, em geral 5 kg ou 7 kg, para liberar apresença de animais. A restrição, considerada controversa por veterinários e advogados, inviabiliza raças comuns, como labrador.


Como tudo em condomínio, o assunto terminou em polêmica. Além do porte, o prédio também decidiu limitar os cães a dois por apartamento.


"Comprei na planta e a construtora disse que não haveria problemas com os animais. Quem não tem cachorro não pode ter mais direitos do que quem tem", diz o comerciante Celso Barbosa, dono dos são-bernardos.


Segundo construtoras e administradoras imobiliárias, o modelo do regimento interno é padrão e usado para vários prédios, o que tem perpetuado o impasse.


Na região do parque da Água Branca (zona oeste), a dona de casa Patrícia Ferrari, que foi para o prédio novo onde mora em 2010, já vai se mudar porque, mesmo com dois yorkshires, de pequeno porte, é obrigada a andar com os animais no colo sempre que sai para passear.


"Não existe uma raça melhor ou pior para apartamento", diz Mauro Lantzman, veterinário especialista em comportamento animal.


O Secovi, o sindicato do setor imobiliário, diz que a proibição a cães em condomínios já foi derrubada nos tribunais. "O que menos importa é o porte, mas o incômodo", diz o advogado Márcio Rachkorsky. "Cada prédio aprova o que acha conveniente", diz Pércio Lowenthal, dono da administradora de prédios Lloyd Imobiliário.

terça-feira, 1 de março de 2011

Virado No Cão.


Rapaz de uns tempos para cá só estou mijando em casa o motivo e que Vinny não esta postando no meu blog direito .HIHI:)

Princesa é um amor de cadelinha!



Princesa é uma cadelinha de porte pequeno, castrada, 03 anos, convive bem com pessoas e cães, só não gosta de gatos!
Aguardo um lar e muito carinho!

contato para adotar:
Juçara (51)9999-3174 ou pamavl@hotmail.com

Lindos filhotes mix de weimaraner à procura de um lar em POA-RS


Estes lindos filhotes são 2 machos mestiços de weimaraner!

Estão com 60 dias de vida (em março/2011).

Teraõ castração a baixo custo obrigatória assim que atingirem a idade.

Para conhecer estes lindos, fala com a Daniela: dstreher@gmail.com ou (51) 9214-5555. Porto Alegre-RS.

Notícias /Geral Mundo | segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 - 10h15 Cachorro adota filhotes de coelhos, patos e gatos no Reino Unido


Um rottweiler "adotou" coelhos, patos, gatos e outros filhotes órfãos na cidade de Blackpool, no Reino Unido. Tudo começou quando a dona do cão Dave, Amanda Collins, levou para casa um coelhinho rejeitado. O cachorro acabou virando uma mãe para os outros bichinhos. "O rottweiler pode ser muito gentil e obediente se receber cuidado e treinamento adequado. Dave é o exemplo perfeito disso", disse Amanda. Com informações do Daily Mail.


Foto: Daily Mail/Reprodução

Cachorro com seis meses engole anel de diamantes em Inglaterra

Karen Woolley, proprietária de uma pastelaria perto de Nottingham, em Inglaterra, andava desesperada à procura do seu anel de diamantes, quando decidiu utilizar um detector de metais para o encontrar. Encontrou-o quase de seguida... dentro do seu cão de seis meses, avança a edição inglesa do jornal Metro.



A empresária suspeitava que Barney, um arraçado de Cocker Spaniel, tivesse engolido o anel (uma herança de família com cerca de 100 anos) que ela tinha deixado em cima de uma mesa. Assim que o aparelho assinalou o anel dentro de Barney, Karen Woolley levou-o ao médico veterinário, que realizou uma intervenção cirúrgica de emergência. “Ele é tão pequeno que o anel podia tê-lo morto, quando o engoliu”, lamentou Karen Woolley, agora mais aliviada, uma vez que Barney está já em casa a recuperar.



A empresária contou que costuma andar sempre com o anel no dedo, mas tinha-o tirado para tomar banho. “Fiquei devastada quando percebi que o tinha perdido, mas aos poucos comecei a pensar que, se calhar, Barney o tinha engolido. Utilizei um velho detector de metais que tinha em casa, mas nunca pensei que funcionasse”, adiantou.



Jane McLachlan, a médica veterinária que assistiu Barney, explicou que “os cachorros são muito curiosos, pelo que aconselhamos sempre os donos a mantê-los afastados de objectos pequenos”.

Foto: Caters

Loja inventa coleira com guarda-chuva para cachorros


evar o cachorro para passear quando chove é desagradável. Além de fazer uma sujeira daquelas quando chega em casa com as patas molhadas, o bicho fica com um cheirinho forte e pode pegar gripe e doenças mais graves.

Pois o problema serviu de inspiração para a criação de uma coleira com guarda-chuva acoplado.

A novidade foi feita na loja norte-americana Hammacher Schlemmer e é vendida por cerca de R$ 50.

Batizado de dogbrella - junção em inglês das palavras dog (cachorro, em português) e umbrella (guarda-chuva) -, o aparato tem tamanho proporcional e é impermeável, o que ajuda a proteger o bicho da água, da neve e do granizo.

Já na ponta da invenção há uma saída para a coleira, que fica presa no pescoço do animal.

Resta saber quando o produto chegará ao Brasil.